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Pesquisa Avançada

Informativo 16/Jul - Ago - Set/2007


Bolsa de Pós-Graduação não é supérfluo

Uma forma de ataque à inteligência e ao bom senso nacional tem sido a crítica recente à pós-graduação. Incrementada a partir da década de 1970, registrava no final de 2006, 85909 alunos matriculados no mestrado (dos quais 6798 profissionalizantes) e 46572 em doutorados. Foram titulados 32280 mestres e 9366 doutores.

A Administração em si, por suas peculiaridades multidisciplinares, excelente mercado de trabalho, natureza prática e por ser uma estrela super nova, algumas vezes tentando fazer mimetismo de áreas “consolidadas”, parece ainda estar se cristalizando, mas já apresenta números desafiadores. No final de 2006, os programas stricto sensu em Administração tinham 2544 alunos matriculados em mestrados acadêmicos, 583 no doutorado e 1523 no mestrado profissionalizante. Foram titulados 1679 mestres (destes, 644 em mestrados profissionalizantes) e 112 doutores.

A CAPES realiza, entre outras atividades, o trabalho de avaliação no setor da pós-graduação stricto sensu. Só agora a ANPAD – Associação Nacional dos Cursos de Pós-Graduação em Administração, montou esquema assemelhado, para melhorar a qualidade do ensino superior brasileiro à nível lato sensu.

Ainda há um longo caminho a ser vencido na qualificação do magistério superior brasileiro, pois dispomos de apenas 40% de mestres, 20% de doutores e 30% de especialistas no ensino superior. Os demais docentes, guardadas as devidas proporções, podemos considerar leigos.

A crítica que se faz à pós-graduação brasileira beira o ridículo. Seria cara demais, grande demais e sofisticada demais, onde pesquisadores e alunos receberiam “mimos” a título de bolsas e acesso a centros de pesquisa mais avançados.

As pesquisas devem existir para manter o país cientificamente competitivo e quando desejável, se ligar ao setor produtivo. Assim, nossas empresas e nossa Academia serão mais qualificadas, justificando os investimentos nesse esforço fundamental para o desenvolvimento do país e o bem-estar dos seus cidadãos.

Antonio de Araujo Freitas Jr.
Diretor de Acreditação da ANPAD




II Congresso Brasileiro de Administração do Patrimônio Público
Datas: 24 a 26 de Julho de 2007
Local: Canela/RS
Programa:
- Fiscalização do Patrimônio Público
- Visão Sistêmica - Conteúdo Básico da administração de Material
- Catalogação
- Controle de estoque
- Armazenagem
- Indicadores Gerenciais de Patrimônio
- Procedimentos relativos à baixa patrimonial
Inscrições: www.npeventos.com.br/eventos/07gramado


Simpósio Internacional de Administração e Marketing e o IV Congresso de Administração
Datas: 25, 26 e 27 de julho de 2007
Local: ESPM/SP
Objetivo: desenvolver um amplo debate sobre como o processo de globalização interfere na construção das vantagens competitivas de empresas e países e pode potencializar a participação do Brasil no cenário internacional em áreas como esportes, agronegócios, comunicação, bens de consumo e serviços.
Inscrições: http://www.simposioespm.com.br/


Curso de Gestão Estratégica em Importação
Datas: 10, 11, 17 e 18 de agosto de 2007
Local: FEAD - Belo Horizonte/MG
Carga Horária: 32 horas/aula
Objetivo: capacitar profissionais e interessados na área de Negócios Internacionais, em estratégias de gestão de procura e compra de bens, serviços e capitais no exterior, provendo conhecimentos na área mercadológica, precificação, logística, tributos e aduanas.


Curso em Gestão aduaneira e tributária de comércio exterior do Brasil
Datas: 19, 20, 26 e 27 de outubro de 2007
Local: FEAD - Belo Horizonte/MG
Objetivo: capacitar o profissional de comércio exterior do Brasil nos procedimentos aduaneiros, provendo todo o conhecimento processual administrativo do Direito Aduaneiro e Tributário em consonância com a atuação profissional do Agente Aduaneiro (Decreto 646/1992).



FGV lança o primeiro módulo de mestrado internacional de gestão de empresas com ênfase em finanças
A novidade deste segundo semestre foi o lançamento do primeiro módulo de mestrado internacional de gestão de empresas, com ênfase em finanças, em parceria com o ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), business school portuguesa.
O curso é destinado a empresários, executivos e a docentes universitários, que desejem atualizar conhecimentos na área da gestão e buscam o nível de competência e o desenvolvimento pessoal necessários a um eficaz exercício das suas funções de trabalho.


Professora da PUC Minas participa de conferência na Noruega
A Profa. Ana Luisa de Castro Almeida, do Programa de Pós-graduação em Administração, participou da 11ª International Conference on Corporate Reputation, Brand, Identity and Competitiveness realizada em Oslo, Noruega, no período de 31 de maio a 03 de junho do corrente. A  professora apresentou o trabalho "The influence of communication on employee identification" e participou da mesa redonda  que discutiu os impactos da Agenda Setting na reputação. Nessa mesa redonda, pesquisadores de diferentes nacionalidades apresentaram e discutiram seus resultados da pesquisa em países como Grécia, Itália, Brasil, Noruega e Canadá. 

PUC Minas compõe o Conselho Editorial de periódico internacional
A Profa. Ana Luisa de Castro Almeida, do Programa de Pós-graduação em Administração, foi convidada a compor o Conselho Editorial da Corporate Reputation Review, periódico internacional especializado em divulgar estudos sobre reputação.

IBMEC SÃO PAULO participa do programa de educação executiva da Harvard Business School
O IBMEC SÃO PAULO, em parceria com a Harvard Business School, outras cinco universidades e escolas de administração do país e a Endeavor, participará do Building Ventures in Latin America (BVLA), programa de educação executiva que ocorre de 15 a 20 de julho no Hotel Almenat Extensão Corporativa, em Embu (na Grande São Paulo).
A professora e pesquisadora do IBMEC SÃO PAULO Andrea Minardi ministrará o módulo de finanças empreendedoras, um dos temas debatidos no curso. Professora de Finanças e pesquisadora do Centro de Pesquisas Acadêmicas do IBMEC SÃO PAULO, Andrea desenvolve estudos na área de custo de capital, risco de crédito, eficiência de mercado e capital empreendedor. A professora é também autora do livro “Teoria de Opções Aplicada a Projetos de Investimento”, e já trabalhou como consultora independente para grandes empresas no país.
O programa do BVLA foi desenvolvido pelo corpo docente da Harvard Business School, que inclui acadêmicos, pesquisadores e empreendedores em suas respectivas áreas de atuação, que se relacionam com líderes empresariais e industriais e atuam como consultores de grandes empresas mundiais.


Professores do Mestrado em Administração - UNIPLAC aprovam seus trabalhos em importantes eventos
Como resultado do trabalho intenso no desenvolvimento de pesquisas, produção de artigos e envio aos congressos que fazem parte da lista Qualis/Capes, os professores aprovaram vários trabalhos em importantes eventos que são:
- Cinco trabalhos na SOBER - 45º Congresso Brasileiro de Economia, Administração e Sociologia Rural, Londrina em Julho.
- Três trabalhos no SIMPOI - Symposium on Production, Logistics and International Operations, Rio de Janeiro em Agosto.
- Três trabalhos no ENANPAD – Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, Rio de Janeiro em Setembro.
Além destes trabalhos outros já foram enviados a congressos e revistas ou estão sendo elaborados e contam com a participação de alunos que, com perfil de mestrandos, começam fazer parte do mundo da produção científica.


Aluna de administração da FEAD é destaque de mercado em âmbito global
A Columbus IT Brasil, fornecedora de serviços de consultoria e soluções de gestão empresarial, contratou Ana Flávia Pimenta como gerente de negócios internacionais. A executiva atuará no mercado de TI dos 28 países em que a Columbus IT possui escritórios.
A principal função do cargo será intensificar a comercialização das soluções customizadas de CRM (Customer Relationship Management) que a filial brasileira desenvolve a partir da plataforma de aplicações de negócios Microsoft Dynamics.


Mestras pela FBV levam trabalho para EnANPAD
As mestras pela FBV Fátima Nóbrega e Mônica Cavalcanti tiveram seus trabalhos de pós-graduação aprovados para participar do XXXI Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração (EnANPAD).
O trabalho de Fátima Nóbrega foi orientado pela professora e coordenadora de pós-graduação da FBV, Lúcia Barbosa, e fala sobre espiritualidade nas organizações e comprometimento organizacional, tomando como estudo de caso um grupo de líderes de agências do Banco do Brasil na cidade de Recife. No caso de Mônica Cavalcanti, orientada pelo professor James Falk, o tema escolhido foi “Dimensões e características da responsabilidade social e empresarial em Pernambuco.”



Para não dizerem que não falei de métodos quantitativos: réquiem para o Professor Abelson

Os matemáticos são quase unânimes ao elegerem os seus maiores nomes. São escolhidos Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.), Newton (1643 – 1727) e Gauss (1777 – 1855). Carl Friedrich Gauss merece destaque especial por ter encerrado, depois de 2000 anos, durante os quais a Terra percorreu 1.900 bilhões de quilômetros em torno do Sol, a ditadura de Euclides. Enquanto os pensadores em todas as partes permaneceram dedicados, não questionando seu deus em nenhum aspecto de conteúdo, ele foi capaz de enxergar além e elaborar a teoria completa da geometria hiperbólica, curvando o espaço e agregando uma nova dimensão à proposta de Euclides. Sem ela, a teoria geral da relatividade proposta por Einstein (1879 – 1955) não existiria. Tampouco a moderna teoria das cordas ou a teoria-M de Edward Witten (1951 -     ) seria elaborada.

Os estatísticos, muito mais sentimentais do que os matemáticos - afinal, estatística é matemática com coração, - têm dificuldades para elegerem os seus ícones. Por analogia com o critério anterior sugiro Pascal (1623 – 1662) e Fermat (1601 – 1665), pelo pioneirismo ao descrever as leis do acaso na busca da solução do problema do Cavalheiro de Méré, Chebyshev (1821 – 1894), por sua contribuição à teoria da convergência estocástica e à prova da lei dos grandes números, e Robert P. Abelson (1928 – 2005) por, assim como Gauss, ver além da estatística e desenvolver um conjunto de argumentos que, acima dos números, permite a expressão efetiva dos achados científicos, humanizando a comunicação entre pesquisadores que lançam mão de métodos quantitativos.

Abelson nunca foi estatístico. Era psicólogo, cientista político e professor da Universidade de Yale, com interesses especiais em estatística e lógica. Seu livro Statistics as Principled Argument, editado em 1995 pela Lawrence Earlbaum Associates, Inc., dá sentido e vida à estatística, tornando-se leitura obrigatória para pesquisadores, especialmente nas áreas de ciências sociais e humanas.

A compreensão da fragilidade da racionalidade humana sempre foi a maior preocupação de Abelson, eternamente intrigado com o fato de que a despeito de argumentos lógicos serem sempre aguardados, raramente eles são capazes de persuadir. As opiniões e atitudes humanas apresentam extraordinárias inércia e impenetrabilidade aos fatos.

Quanto mais velho, menos importante é saber como fazer contas e mais relevante é entender o sentido delas. Afinal, em tese, números não pensam. Perguntam qual o propósito da estatística e a resposta flui suavemente.  Primeiro, possibilita a redução da estupefação, normalmente traduzida por uma queda reflexa do queixo, diante de uma montanha de dados aparentemente sem qualquer nexo. A extração de conhecimento, seja usando estatística descritiva, seja aplicando inteligência computacional, é a função primal desta ciência.

Em segundo lugar, permite a convivência sem remorsos com a própria preguiça. Afinal de contas para que serve o erro aleatório? E, finalmente, garante fórmulas seguras para contornar a terrível ignorância que assola a todos. Olha o erro aleatório aí de novo. Tais razões são a garantia de que todos os modelos probabilísticos estão errados, de forma dolosa - ausência de variáveis conhecidas - ou culposa - impossibilidade de usar as desconhecidas. O objetivo do pesquisador é, então, descobrir o modelo menos errado e, de preferência, mais parcimonioso, sem perder de vista que a sua utilidade principal é prever; depois, sim, compreender.

As oito leis de Abelson, apresentadas adiante em tradução livre, enunciadas logo após o prefácio do livro Statistics as a Principled Argument, são a inspiração por trás de tais reflexões.

Lei 1: O acaso é cheio de surpresas.
Antes do século XVII, até que Pascal e Fermat formulassem as leis do acaso, as probabilidades eram definidas pela intuição e a experiência dos jogadores, eventualmente auxiliados por oráculos e videntes. Três séculos depois Bertrand Russel (1872 -1970) criticaria a aparente contradição: “Como é possível falar em leis do acaso? Não seria o acaso a antítese de toda lei?”

É natural, portanto, que muitos pesquisadores se atrapalhem com a questão. É importante não esquecer as surpresas. Afinal sempre existirão vieses, effect size e amostras inadequadas. As leis não negam as surpresas, mas permitem manter razoável controle sobre elas.

Também não é necessário chegar até Pascal, que estava convencido de que poderia usar suas teorias para justificar a crença em Deus. “A empolgação que um jogador sente quando faz uma aposta é igual à quantia que ele pode ganhar multiplicada pela probabilidade de obtê-la. Na medida em que o prêmio de uma felicidade eterna tem um valor infinito e que a probabilidade de se entrar no céu, levando-se uma vida virtuosa, não importa quão pequena, é certamente finita, a religião é um jogo de entusiasmo infinito, e um jogo que vale a pena ser praticado, porque na multiplicação de um prêmio infinito por uma probabilidade finita, obtém-se o infinito como resultado”.

Lei 2: O excesso de confiança odeia a incerteza.
E ama a heurística, garantindo, por tentativa e erro, a confirmação da sua confiança. É o que se denomina empirismo naive, particularmente reforçado pela disponibilidade de algoritmos utilizados no esquema “monkey see, monkey do”, no mais puro estilo da análise de clusters hierárquica, disponível na maior parte dos pacotes estatísticos . Os fatos são irrelevantes. As conclusões já foram derivadas a priori.

Lei 3: Nunca relaxe uma premissa, nem mesmo uma única vez.
É um grande problema. A maior parte dos algoritmos requer linearidade, homocedasticidade e independência de erros, só para falar do básico. O problema é que em ciências sociais, na realidade, é quase impossível não violar alguma ou todas estas premissas e, eventualmente, usar estatísticas pouco robustas na análise. Em geral as conclusões são catastróficas e implicam deprimentes explicações do inexplicável.

Lei 4: Não fale grego se você não sabe a tradução em português.
Por exemplo, é comum criticar, sem saber exatamente do que se está falando, uma amostra não probabilística e a generalização eventualmente derivada após a sua análise, no estilo dos papagaios repetindo as frases ensinadas pelo dono. Nestes casos, em geral, passa-se ao largo da teoria da inferência indutiva e das premissas relativas ao grau de incerteza, que são violadas pela impossibilidade de construir, com precisão, as distribuições de probabilidade relevantes, esquecendo que, eventualmente, os princípios da incerteza epistêmica podem ser usados. A literatura é abundante em alternativas para lidar com tal situação. Teoria da evidência, teoria das possibilidades e análise de intervalos podem ser suficientes para garantir generalização e estabilidade às proposições sob suspeita.

Lei 5: Se você nada tem a dizer, não diga nada.
Em respeito à lei seria melhor não dizer nada. Não é possível, no entanto, deixar de lembrar de Claude Lévi-Strauss (1908 -     ), que viveu no Brasil de 1935 a 1939, tempo suficiente para registrar uma marcante característica local: a cultura ornamental. Nunca tantos souberam tão pouco de tanta coisa e foram tão voláteis em seus interesses.

Lei 6: Não há intuição grátis (“There is no free hunch”).
Foi mantido, entre parênteses, o original em inglês, para lembrar Friedman (1912 – 2006) e o seu free lunch, ao invés de free hunch. Na verdade, Einstein já lembrava que sem transpiração não há genialidade. Infelizmente não foi ouvido. As brincadeiras com Modelagem por Equações Estruturais, tão em moda nas pesquisas atuais, retratam bem o problema. O uso de procedimentos do tipo lead through para ajuste e desenvolvimento de modelos, sem qualquer substância teórica de retaguarda, é um desserviço ao desenvolvimento de conhecimento.

Lei 7: Você não pode ver a poeira sem afastar o sofá.
Replicar modelos derivados de outras realidades não é a única forma de desenvolver a ciência local. Caminhos mais trabalhosos, envolvendo uma dose maior de esforço teórico e reformulação de modelos, costumam ser mais efetivos.

Lei 8: A crítica é a mãe da metodologia.
Dizem que criticar é um exercício que não requer aptidões especiais. Não é verdade. Descartes (1596 – 1650), cuja preguiça matemática era notória, criticou as obras dos gregos, em particular a geometria euclidiana. Daí surgiu um novo método de análise puramente analítico que superou a fórmula clássica. Desta maneira é que, conforme preconizado por Popper (1902 – 1994), a ciência é construída. Revolução após revolução.

Concluindo, após a releitura das leis de Abelson, vale lembrar as várias propriedades dos dados, sua análise e forma de apresentação que, em última instância, governam a sua força de persuasão. Abelson usava o acrônimo MAGIC, significando magnitude, articulação, generalidade, interesse e credibilidade. A comunicação persuasiva com base na estatística pode ser eficiente, mesmo abrindo mão da abordagem shakespeariana das fraquezas humanas.




Revista de Economia e Administração do IBMEC/SP
A Revista de Economia e Administração é uma publicação trimestral do IBMEC SÃO PAULO para divulgar a produção científica nacional e internacional sobre problemas relevantes nas diversas áreas da economia e da administração, tanto nas empresas quanto na esfera pública.
Todos os trabalhos publicados na revista passam por um processo de blind review por especialistas no assunto correspondente. O objetivo é garantir a excelência da divulgação e a independência das avaliações.
A publicação é atualmente indexada no Qualis da área de Administração, no nível “Nacional C”, e pode ser adquirida diretamente no IBMEC SÃO PAULO, por meio de uma assinatura anual.


Professores da Uniplac publicaram livro
O livro “Tecnologia e Processos Agroindustriais” é resultado das pesquisas desses docentes e foi organizada pela professora Erlaine Binotto, que atualmente coordena o Mestrado em Administração.
Os professores Ailton Durigon, Antônio Carlos Néri, Elisabete Stradiotto Siqueira, Flávio José Simioni, Martha Andreia Brand, Valdeci José Costa, Wilson Castello Branco Neto, além da organizadora, participam com trabalhos individuais e em parceria.
O livro traz dois grandes tópicos: a gestão de tecnologias em sistemas agroindustriais e a tecnologia em processos agroindustriais.Os artigos que compõem a obra demonstram como a tecnologia está presente nos agronegócios, promovendo a inovação constante em processos e produtos.